quinta-feira, 13 de março de 2014

Capítulo 16


Lowis e Adam decidiram ir atrás de Rose e Carl para se unirem contra os vampiros.
- Vocês estão loucos? O que estão pensando?- perguntava Rose e Carl a eles. Depois Lowis não entendeu nada do que eles falavam, pois eles gritavam juntos ao mesmo tempo dizendo tudo misturado.
- Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Calados!- gritou Adam.
Todos ficaram mudos.
- Podem tentar nos ouvir pelo menos por um minuto?- perguntou Adam à eles.
Rose assentiu. Carl continuou parado.
- Lowis. Pode começar. - disse Adam.
- Então. Sabe aquele livro que nós escrevemos?
- Sei- disse Rose.
- Na verdade eu escrevia sempre que tinha um sonho. Mas esses sonhos começaram a parecer muito real, ultrapassando os limites dos sonhos e vindo para o mundo real, possuindo meu pai, falando comigo acordada, etc e tal. Mas esses vampiros que eu escrevi no livro são tão reais quanto nós e agora estão furiosos comigo por que o que eu escrevi envolve tudo sobre eles. Eles querem vingança por eu estar expondo eles.
- E como nós podemos ajudá-los?- perguntou Rose.
- E como nós podemos ajudá-los?- repetiu Carl indignado. - Vocês ficaram totalmente malucos! Gente! Nós somos apenas quatro humanos contra vários vampiros! Não temos chances!
- Se nunca tentarmos jamais saberemos. - disse Rose.
- Rose. Você e a Lowis são as duas pessoas mais estranhas que eu já conheci em toda a minha vida! Vocês duas não tem medo de nada e isso é muito surreal além da conta! Nós podemos morrer!- gritava Carl.
- Melhor morrer lutando do que morrer sem lutar!- disse Adam.
- Melhor fugir dos vampiros do que morrer lutando!- retrucou Carl.
- Você está se fazendo de burro ou é idiota assim mesmo?- perguntou Rose. - Presta a atenção! Nós também estamos envolvidos nessa confusão toda! Acorda seu trouxa! Não tem como nós fugir! Eles já estão na nossa cola desde que a Lowis entregou o filho dela para a velha, agora nós também estamos na mira dos vampiros!
Ele finalmente entendeu.
- O que vocês estão pensando em fazer?- perguntou Carl.
- Não sei exatamente. - disse Lowis. - Mas teve uma vampira que falou comigo uma vez, acho que se chamava Charllothe. Ela me parecia amigável. Talvez se nós pedíssemos para ela e seus amigos vampiros para nos ajudar?
- Você confia nela? - perguntou Adam.
- Acho que sim. Ela tentou me convencer de não publicar o livro... Isso me parece amigável para um vampiro. - disse Lowis.
- E como faremos para acha-la?- perguntou Rose.
- Boa pergunta. - respondeu Lowis.
- Quando você conversou com ela. Aonde se encontraram?- Perguntou Adam.
- Não sei bem- ela pensou. - Me lembro de que eu estava em transe. Mas me recordo de alguns detalhes. Estávamos em cima de um prédio. Com certeza era aqui em Nova York. Nós estávamos na laje de um dos maiores prédios de Nova York, Mas ele era um pouco diferente, parecia antigo, mas chique.
- Então vamos achar o maior prédio de Nova York e procurar por pistas para acharmos essa tal de Charllothe.
- O.K. -disse Carl. - Mas se vocês não sabem, em Nova York há centenas de prédios enormes.
Todos ficaram tensos por um segundo até que Rose quebrou o silêncio:
- Então vamos começar agora! Temos muito trabalho pela frente.
Lowis e Adam assentiram. Carl deu de ombros.
- Começamos amanhã?- perguntou Rose.
- Eu gostaria de começar agora, mas está muito tarde. - disse Adam.
- E por caso de segurança é melhor você e o Carl dormirem aqui hoje. - disse Lowis à Rose.
- Por mim tudo bem. - disse Carl.
- Vocês sabem onde é o quarto de hospedes. Fiquem a vontade como sempre. - disse Adam.
Depois todos foram dormir. Lowis não conseguia fechar os olhos, ela estava preocupada dom seus amigos e com Adam. Ela os colocou nessa confusão toda por causa de sua desobediência. Mas algo dentro dela dizia que eles iriam ganhar.
Então finalmente ela conseguiu fechar os olhos e começou a sonhar.
Ela estava numa casa que nunca havia visto antes, mas de algum modo ela sabia que ali era seu lar. Lowis estava deitada num sofá de estampa florida e com uma manta sob seu corpo. Epa. Espera aí! Ela estava grávida, aparentemente de sete meses, ela se sentou com dificuldade e acariciou a barriga em dúvida se aquilo era um sonho ou a realidade. Depois ela olhou em volta admirada com aquela casa. Era uma simples casa, mas com um brilho de felicidade. Lowis começou a ficar de pé ela reparou que estava com um vestido rosa com vários corações desenhados na parte da saia, o vestido ia até em cima do joelho, Lowis estava descalça. Ela começou a reparar nos detalhes da casa. Os móveis eram aparentemente novos a sala não era grande, mas também nem tão pequena. Havia uma estante que lhe chamou a atenção, parecia a mesma da casa de seu pai daquele dia que ela teve uma discussão com ele e a sua bouça estourou mas em vez de marrom a madeira era cor caramelo. Ela percebeu que na estante havia fotos dela que nunca havia visto. Os raios do Sol iluminavam a estante, o piso, o tapete, o sofá e um pedaço da parede. Lowis começou a se aproximar da estante para ver melhor aquelas fotos. Quando já estava perto ela pegou uma das fotos e se viu com mais três garotas, que ela nunca havia visto em toda a sua vida, mas na foto elas pareciam ser amigas. Na foto mostrava uma garota loura de cabelos compridos e ondulados do lado direito, do lado esquerdo tinha uma mocinha de aparentemente 18 ou 19 anos, de cabelos castanhos e olhos aparentemente claros e por fim a Lowis, mas algo estava errado. Elas vestiam uma roupa clássica, um vestido que ela nunca havia colocado e muito menos visto. Ela colocou a foto de volta ao seu lugar e pegou outra. Nessa estava aquele tal de Bernad ao seu lado sorrindo com aquela cara de idiota. Lowis não entendeu, pois só havia o visto uma vez em toda a sua vida e que se lembrasse naquele dia ela não tinha tirado foto alguma com ele, muito menos usava um vestido longo do século XIX naquele dia em pleno ano 2011! Lowis colocou a foto no lugar e se virou para se retirar daquele lugar perturbador, mas uma foto lhe chamou a atenção. Ela a pegou e ficou olhando pasma. Na foto estava ela com aquele mesmo vestido das outras fotos, com aparentemente 18 anos, mas ao lado estava a sua mãe! Impossível! Sua mãe havia morrido quando ela tinha 6 anos, e agora aparecia ao seu lado nessa foto com a Lowis já passado da adolescência? Isso só podia ser um sonho ou alguém querendo zoar com a sua cara. Lowis jogou a foto no sofá e começou a subir as escadas de degraus cor de caramelo e corrimão branco, ela olhou para trás e reparou que aquele Sol que raiava a casa era o Sol das 09h00min AM. Ela continuou subindo e quando chegou ao topo se deu com um corredor de quartos. Do lado direito havia duas portas e do lado esquerdo quatro portas. Sem saber o porquê, Lowis abriu a porta dois do lado esquerdo. Quando entrou percebeu que havia um garoto deitado dormindo. O quarto dele era um típico quarto adolescente, com pôsteres de bandas e carros. Tinha um computador e as paredes eram azuis, com algumas roupas no chão. Lowis se aproximou e sentou na cama e começou a acariciar o garoto era o mesmo que a salvara no prédio da April Everyday. Então ele abriu os olhos. Eram da mesma cor dos seus, verdes. Ele começou a se sentar, parecia surpreso por ela estar ali, em seguida ele passou suas mãos na barriga de Lowis e disse:
- Você teria coragem de amaldiçoá-lo?- perguntou o garoto apontando para o bebê na barriga de Lowis.
Lowis não respondeu. Mas como ela iria responder uma pergunta dessas? Ela já havia feito isso uma vez. Ela dera seu único filho às trevas. Mas ela havia se arrependido, se pudesse ela mudaria tudo, fugiria da velha lá no circo, correria e diria a Adam para fugirem até Polinésia Oriental e se esconderem na Ilha de Páscoa, ou talvez meter uma bofetada na cara da velha e sair correndo antes que a polícia visse e os acusasse de bater em velhinhas inofensivas, é isso não foi uma boa ideia. Então como responder essa pergunta? Sim ou não? Eis a questão.
- Não vai me responder?-perguntou ele, mas Lowis tentou mudar de assunto.
- Qual é o seu nome?
- Kevin.
- Kevin?
- Sim. Por que o espanto?
- É por que você tem o mesmo nome do meu filho.
- Já escolheu o nome para ele? - perguntou Kevin apontando novamente para a barriga dela.
- Não. Não este bebê.
- Você tem mais filhos?
- Sim. Um.
- Quantos anos?
- 15 anos.
- Nossa! Eu tenho 15 anos. - ele franziu o cenho. - Qual é o seu nome mesmo?
- Lowis. Mandy Lowis Del Simon.
Então aquele dia de sol se tornou noite e tudo pareceu ficar obscuro. Kevin estava com os olhos arregalados. Lowis não entendia mais nada.
- O que foi Kevin?
Então ele se transformou em um pássaro enorme, ou melhor, um homem-pássaro cinza com garras e presas afiadas e depois desapareceu voando pela janela e sumindo na noite. Lowis continuou sentada sem entender o que estava havendo, então ela abaixou a cabeça e apareceu em um campo, um lindo campo, com grama verde e vários girassóis enormes, ela estava encostada em uma árvore com um livro sob seu colo. Lowis não estava mais grávida e agora usava um vestido longo e apertado, apertado demais além da conta em sua cintura. De repente uma moça com vestido do século XIX estava sentada ao seu lado.
- Olá. - disse ela.
Lowis se assustou, mas quando olhou a garota relaxou um pouco.
- Quem é você?
- Hummm. Dica: Você escreveu sobre mim no seu livro.
Mais um vampiro idiota querendo me dar lição de moral, quer ver?-pensou Lowis.
- Tá. Quem é você? e o que quer?
- Sou uma amiguinha do Bernad.
Amiguinha do Bernad? Então não deve ser boa coisa, pensou.
- Bernad? Aquele chato? Ah. Diga logo o seu nome.
Aloura suspirou e por fim disse:
- Lisa Jane.
- Acho que eu escrevi sobre você. A garota conversando com o pateta do Bernad. A loura bonita do reflexo no vidro.
Lisa Jane inclinou a cabeça levemente para o lado e disse:
- Loura bonita? Obrigada pelo elogio. - disse sorrindo.
- Me diga o que você quer?
- Eu tenho um bando de vampiros. Bernad se rebelou contra nós então não o temos mais. Mas eu preciso de vampiros poderosos do meu lado e eu quero você do meu lado.
Lowis pensou no papo que teve com Adam, Rose e Carl. Eles precisavam de aliados fortes para não morrer graças os vampiros fofoqueiros, entre eles a campeã Lauren Muyputt, eles haviam combinado em procurar por Charllothe, mas mal sabiam por onde começar, então por que não se juntar a Lisa Jane.
Lowis riu e depois disse:
- Eu topo. - disse ela.
Lisa Jane pareceu não acreditar.
- Você está falando sério? Sério mesmo? Eu não posso acreditar que você aceitou! Todos os vampiros dizem que você é a maior cabeça dura! Mas você é um doce!
Doce? Eu? - pensou Lowis.
- Quando nos encontraremos?- perguntou Lowis.
- Amanhã. No Neshpark.
- Combinado.
- Não esqueça. Uma pessoa quer te ver.
- Que pessoa?
Então Lowis acordou.
Era 23h00min PM ainda. Aquele sonho pareceu muito longo e ela só dormiu por dois minutos!? Muito surreal! Ela olhou por alguns minutos para a janela e depois aos poucos voltou a dormir sem sonhar.
****
Era de manhã. Elizabeth havia dormido no apartamento de Angel. Lauren ainda estava nervosa e dolorida pelo soco de Angel e aparentava estar com ciúmes de Elizabeth.
- O que você pense que está fazendo?- perguntou Lauren á Angel.
- Do que você está falando?
- Eu estou falando dessa Elizabeth! Um dia você me falou que a odiava e agora a trás para dentro da sua residência?! Você realmente é louco ou bipolar!
- Você não faz ideia de como ela é!
- Ela não é mais forte do que nós juntos!
- Está errada. - disse Elizabeth sentada no sofá como se estivesse ali há horas.
- Por que você não bate as suas asinhas e some daqui?- perguntou Lauren.
- Por que eu preciso de uma ajuda extra contra quem eu odeio.
- Quem você odeia?
- Ahhh. Poucos. Mais ou menos mais que a metade de cada país. Mas isso não vem ao caso, o importante é que a Katrina merece uma punição por ter me trancado naquele inferno de subterrâneo! Ela e todos que se aliam à ela!
- Que seja. Quando começamos para eu me livrar logo de você?- perguntou Angel.
- Hoje à noite. - disse Elizabeth com um breve sorriso.
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quarta-feira, 5 de março de 2014

Capítulo 15


Quando chegou a sua casa, Lowis se jogou porta a dentro caindo no chão.
- Lowis? O que aconteceu- perguntou Adam vendo a situação perturbadora dela.
- Eu vi... - ela começou a respirar com dificuldade.
- Viu o que?
- Eles... - ela arregalou os olhos. - Eu os vi...
- Eles quem?!
- A morte.
  Adam quase saiu correndo.
- Do que você está falando?
- Lauren agora também é um!- disse ela batendo a cabeça na parede.
- Um o que?
- Um vampiro!
Ele duvidou.
- Como? Impossível! Quem seria o louco de transformar a Lauren?
- O Angel.
- O cara que a Elizabeth vive dizendo nos seus sonhos?
- Sim.
- E como você tem tanta certeza?
- Por que eu acabei de me "encontrar" com eles.
- O que aconteceu realmente?
- Eu saí em busca da Lauren por que eu tive uma estranha sensação de que ela iria me ferrar por ter escrito sobre os vampiros no meu livro. Daí alguém me puxou para um beco e quando me virei o cara disse que eu sabia quem ele era. Então eu falei que ela era o Angel, pois as descrições eram as mesmas. Ele me deu algumas bofetadas sem motivos. Depois a Lauren apareceu. A Elizabeth possuiu o meu corpo e ela foi embora deixando a Lauren desacordada no chão do socão que ele deu nela. Daí eu saí correndo antes que ele voltasse.
Barulhos de grilos soaram. Adam continuou mudo e por fim disse:
- Eu não entendi nada do que você disse.
- Ahhh. Você não vai me fazer repetir tudo de novo, vai?
- Resumindo, o que aconteceu?
- Angel estava atrás de mim por que eu escrevi sobre ele no meu livro.
- Lowis...?
- O que?
- Como ele sabia?
- Lauren contou... Aquela língua solta...
- Quem mais sabe...?
- Uma tal de Charllothe e acho que Katia ou será Katrina? Ahhh! Que seja! Resumindo acho que mais cinco sabem.
- Lowis...?
- O que Adam?!- ela estava começando a ficar histérica.
- Quantos vampiros você sonhou e colocou no livro?
- Hummm... - ela pensou- Uns cento e vinte. - e deu de ombros.
O queixo de Adam caiu.
- Tá brincando?
- Por quê?
- Lowis! Você não percebe?
- Percebo o que?!
- Você escreveu sobre os vampiros! Todos eles! E agora eles estão zangados e querem acabar com alguém que está expondo eles! E esse alguém é você! Seus sonhos são visões!
Lowis não estava entendendo, mas estava gostando. Mas por que tudo isso a estava deixando excitada? Em vez de ficar com medo ela estava querendo arranjar briga. Queria lutar contra eles. Tudo isso por causa de um simples livro? Vampiros idiotas! Até parece que os humanos iriam acreditar em vampiros! Mas ela estava sentindo um tipo de adrenalina na veia a chamando para arranjar encrenca.
- Deixe que eles venham. – disse Lowis.
Adam quase gritou.
- Você...? Lowis...? Cadê o seu juízo? Quer morrer?
- Nós damos um jeito. - disse ela tranquilamente.
Ele não estava acreditando no que estava ouvindo.
- Lowis. Docinho. Há um minuto você chegou aqui morrendo de medo de um vampiro. E agora me diz que quer lutar contra cento e não sei quantos vampiros?
- Sim. – disse tranquilamente.
Ele colocou as mãos no rosto deixando só um olho a mostra. Entre as mãos na boca ele disse:
- Você é inacreditável!
- Eu sei. Você vai me ajudar?
- No que?
- Nisso.
- Nisso o que?
- Na batalha contra os ordinários.
Ele iria falar algum palavrão feio. Ou chacoalhar ela até que ela acordasse. Ou dar um tabefe nela para recuperar o juízo ou sair correndo e fugir para a África, Japão ou Vênus. Mas em vez disso ele somente disse:
- Estamos nessa juntos.
Ela deu um sorriso e ambos apertaram as mãos.
                                                                                                  ****
Elizabeth já estava farta de tanto esperar por Angel. Ela o havia hipnotizado a mais ou menos meia hora. Ela não aguentava mais ficar presa ali.
Então alguém abriu a porta de aço que a trancava naquele subterrâneo. Era Angel com cara de pateta, como sempre, pensou.
Ele somente ficou parado. Então Elizabeth estalou os dedos para tira-lo do transe. Ele acordou confuso sem saber como havia chegado ali. Então quando ele a viu ele entendeu.
- Você...!?
- Olá Angel. Quanto tempo, não?
- O que você fez comigo?- disse ele entre dentes.
- Ahhh. Nada demais.
- Eu devia arrancar a sua cabeça!
- Ahhh você não vai fazer isso. 1º por que eu sou mais forte e 2º por que você não vai fazer isso! - Ele ficou mudo então ela prosseguiu - Preciso de um favorzinho seu.
- Até parece que eu vou te ajudar em algo.
- Ahhh... Até parece que você não vai me ajudar em algo. Se não eu acabo com você.
Ele pareceu se render.
- No que eu tenho que te ajudar?
- Primeiro em me vingar de quem me trancou aqui.
- Quem?- perguntou ele fingindo interesse.
- A Katrina.
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- E aí? Não vão mesmo responder?- perguntou Kevin.
Katrina e Charllothe ficaram mudas.
- Ok. Eu vou repetir o que perguntei. Vocês vão atrás de quem?
- Ele precisa saber.- disse Charllothe.
- Preciso saber do que exatamente?
Katrina respirou fundo.
- Que estamos indo atrás de sua mãe.
Ele paralisou.
- Isso é uma piada?
Elas ficaram sérias, então ele concluiu:
-Isso não é uma piada.
                                                                                                     ****
-  Aquela vagabunda? - disse Angel
- É aquela vagaba... olha só você vai me ajudar se não eu mato você tá me entendendo?
- Eu não vou te ajudar!! Eu vou atrás da Lowis ela tá me expondo naquele livrinho idiota!! Não deve ser tãão idiota assim porque tem eu né - disse ele com um sorriso de deboche - mas mesmo assim ela me irritou
- Olha aqui seu paspalho, você não sabe o que vai te acon... - houve um breve silencio - não importa você vai me ajudar com aquela vagabunda ou não?
- Olha só quem esta falando.
- Como assim? - disse ela virando a cabeça para o lado meio confusa
- Nada. Esquece. Eu não quero te ajudar não entende?
- Ahhh. - rosnou Elizabeth.
- Sabe por quê? Porque você que me transformou nesse monstro que sou hoje, e outra eu te odeio - disse ele com jeito de criança dando de ombros para um brinquedo que queria e seu pai se negou em dar.
Elizabeth ficou olhando para Angel com uma cara de inocente, mas com malícia no olhar, depois se aproximou vagarosamente dele quase que desfilando pôs uma de suas mãos no pescoço de Angel e apertou com toda força.
- Olha aqui criança - disse ela entre dentes - eu acho que você vai me ajudar sim não vai? - disse ela com uma voz maliciosa e sexy e sufocando Angel. - você está me entendendo? Eu que te dei poderes você tem que me agradecer está entendendo? - Ela chegou bem perto da boca e do rosto vermelho de Angel devido à pressão de sua mão e sussurrou - Anjo você vai eu sei que vai você quer não é mesmo?
- Não. - disse ele com dificuldade.
- Não seja mal educado neném - disse ela passando o dedo indicador nos lábios de Angel - me respeite
- Eu... Te... Odeio... Sua...
- Sua, o que? - disse ela maliciosa ainda e com o dedo nos lábios de Angel - Eu sei que você me odeia - ela foi se aproximando da boca de Angel e deu um breve beijo de satisfação nele, mas o seduzindo. Ela soltou o pescoço de Angel e se afastou lambendo os lábios.
- E agora? Me odeia ainda?
- Desgraçada, vagabunda, como pôde fazer isso? Te odeio mais ainda. - gritou ele todo suado.
- Então vai me ajudar.
- Hã? Como assim?
- Se você não me ajudar vou fazer isso de novo me entendeu?
- Vagabunda.
- Tá Angel, eu já entendi.
- Não acredito que fez isso
- Quer outro?
- Não obrigada. Muito obrigada.
- Vai me ajudar então não é querido?
- Vou! - disse com o ódio a flor da pele.
- Então vamos.                                                  
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