segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Capítulo 2

                                                      Capítulo 2

Após três dias Lowis acordou se sentindo muito bem e Adam foi correndo em sua direção para ver como ela estava. Logo ela percebeu que ainda estava naquela tenda velha e suja, e estava somente ela e Adam.
- Lowis você está bem? - disse Adam desesperado
- Sim estou ótima - disse com um sorriso no rosto - Onde está aquela mulher e aquele homem?
- Então... Logo depois que você desmaiou eles começaram falar em outra língua entre si, e depois me disseram que algo muito surreal estará por vir, eu perguntei o que era, mas eles viraram as costas e saíram rindo sem responder minha pergunta. - disse ele encabulado passando a mão direita nos seus cabelos.
- Como assim algo surreal? - disse ela desesperada e com os olhos arregalados.
-Não sei. Calma, docinho. Você não pode ficar nervosa assim!!! - disse ele preocupado com ela e depois lagrimas começaram sair de seus olhos e ele sussurrou. - eu te amo tanto.
Lowis ficou sem graça e entre lágrimas deu um sorriso forçado e falou suspirando suavemente - eu também te amo muito!!!
- Lowis eu estou com muito medo do que pode acontecer.
- Adam... Vai dar tudo certo- ela esfregou sua mão na de Adam e mudou de assunto - como vamos sair daqui?
- Ué do jeito que chegamos. Eu me lembro do caminho - ele piscou com cara de esperto e deu um sorrisinho de lado e apontou pra ela.
- Tudo bem então senhor maquina fotográfica - ela e Adam fizeram cara de interrogação, porque ambos não entenderam o que ela falou, e começaram rir alto.
- Então vamos docinho?
- Vamos salgadinho HA! HA!
- Você realmente está bem, não é?
- Claro.
Então eles foram rindo e conversando pelo caminho de volta. Até que na parte da floresta eles não conseguiram sair de lá parecia que tinha uma barreira invisível.
- Ah que absurdo, estava muito fácil para ser verdade não é? - disse Lowis indignada.
- Será que é o começo de alguma coisa surreal que a mulher falou?
- Eu sei lá, só estou achando isso absurdo EU QUERO SAIR DAQUI - ela começou a gritar e Adam se assustou.
- Nossa! Será que não tem uma palavra mágica tipo... Hãããã... – ele pensou por um breve segundo. – ABRACADABRA!
 Lowis deu um pulo de susto.
- Ahhh! Inferno! – ela saiu correndo e de alguma maneira conseguiu atravessar aquela barreira.
- AEEE! Conseguiu!
- Consegui? Aaaaah! Não acredito. - e começou a dar pulinhos batendo palmas feito uma criança quando aprende o abecedário.
- Sim. Vamos?
Eles foram andando e chegaram à casa do primo de Adam e lá tinha um bilhete misterioso, era um papel preto com uns traços vermelhos em forma de raios.
- O que é isso? - disse Adam.
-Acho que é uma carta. -disse ela em duvida.
- Será que não é macumba?
- Para Adam! Não tem graça, agora eu estou com medo.
Adam assentiu e perguntou:
- O que está escrito ai?
- Ai! Não sei.
- Leia, né?
- Eu não. Lê você, estou com medo.
- Ok, está escrito que caiu uma maldição sobre nós e que nosso fim está por perto. - Adam arregalou os olhos.
- Meu Deus, será que é aquela velh... Digo mulher?
- Não sei - disse ele meio sobressaltado
Então os dois entraram e sentaram no sofá e ficaram conversando por horas
                                                                                  ****

Nancy andava com dificuldade encurvada com sua corcunda na floresta, até que avistou uma imagem meio distorcida, mas não tão estranha, era um jovem alto de cabelos negros, liso um pouco arrepiado com franja, ele estava com paletó e calça jeans e um tênis. A vista de Nancy não estava mais distorcida, e já o reconhecia.
- Olá Nancy
- Oi Angel - sua cara não foi das melhores.
- Nossa você está com tudo em cima, hein. - e deu uma risadinha irônica.
- Pare de graça, não tenho tempo para brincadeiras.
- Muito ocupada roubando crianças dos outros? - ainda sorrindo ironicamente.
- Sim, você sabe melhor do que ninguém que um bebê é a solução dos nossos problemas.
- Você acredita mesmo nisso? Velha tonta. - revirou os olhos.
- Claro que acredito!
- Claro que acredito - imitando o tom de voz da velha - acredita tanto que é a 629ª vez que faz isso e não dá certo
- Você é um tolo sabia? Devia acreditar mais nas coisas que os outros dizem, da ultima vez que você duvidou se tornou no que é! Dessa vez a criança é rejeitada, e descobri que assim é bem mais fácil.
- Claro. Claro, você tem mais de 300 anos e descobriu isso agora? Ah me poupe. E para lhe ser franco estou bem desse jeito, eu gosto de sangue- e sorriu.
- Tudo bem, então porque veio me procurar logo que soube disso? - Angel abaixou a cabeça e mexeu nos cabelos - Por que você realmente acredita nisso não é?
- Acredito sim, mas só vim por que sabia que a criança é rejeitada, e sempre soube que é bem mais fácil assim, e quero sua ajuda.
- E porque não me disse isso?
- Porque você é tonta, queria ver enquanto tempo você descobriria isso.
- Fala o que você quer logo já está me estorvando
- Estou sentindo uma coisa estranha por essa criança, e eu preciso dela, mesmo que ela não tenha nascido ainda, a sinto me chamando, parece tentação.
- Você não vai seduzir essa criança.
- É lógico que não velha burra, eu quero aquela criança não só pra resolver meus problemas, mas não só para isso, quero me vingar de quem fez isso comigo. Então vai me ajudar?
- Se eu te ajudar você também resolve o meu problema?
- Sim, até porque você vai estar me ajudando. Ficarei muito grato por isso. - e um sorriso sai de sua boca.
- Você está mentindo não é?
- Porque mentiria? Por uma coisa forte que estou sentindo, não brinco com meus sentimentos. - disse ele com firmeza na voz.
- Tudo bem. Acredito em você. Vou te ajudar.
                                                                                          ****
Lowis e Adam não tiveram uma noite boa, não haviam dormido bem e agora não tinham vontade de comer enquanto estavam sentados na sala com a TV ligada assistindo um Especial do Bruno Mars na MTV:
- Não estou com fome. - disse Lowis. 
- Eu também não.
 - Ontem você não me disse o que achava sobre o que dizia na carta.
- Acho que a velha maluca só queria nos assustar. -ele deu de ombros.
- Será?
-Provavelmente - ele se endireitou e jogou o pacote de Doritos de lado. - Veja só, se ela quisesse dar o bote em nós ela já teria feito ontem à noite enquanto "dormimos", e outra, hoje ela nem deu sinal de vida.
- Mas talvez ela só esteja esperando a hora certa de dar o bote.
- Eu acho que o que aconteceu naquela aldeia não passou de uma farsa para nos induzir a dar a criança a ela de graça.
- Você acha?
- É claro!
- E como explica as minhas dores na barriga? Aquilo não foi farsa minha.
- Hummm - ele pensou - Coincidência?!
- E as velas que se apagaram?
- Vento, com certeza! Ventava muito lá naquela hora.
- E a barreira?
- Parte da nossa imaginação?
-Ahhh! Nós imaginamos a mesma coisa, na mesma hora, no mesmo dia ,no mesmo segundo? Ahhh! E nós sentimos na hora que tocamos na barreira, claro, claro- disse ela com ironia- faz parte da imaginação.
- Tá! Talvez isso tenha sido real, pois nós estávamos num tipo de cultos vodus, mas não se preocupe docinho, nada de ruim vai acontecer, eu sempre cuidarei de você, não se esqueça disso.
- Eu não esquecerei. - ela posou sua cabeça no ombro dele e ficaram assim por minutos, depois finalmente ela o olhou nos olhos:
- Vamos esquecer essa história, ok?
- Com prazer. – obedeceu.
- Eu vou arrumar essa sala, está uma zona total. - disse ele se levantando.
- Adam, eu vou à casa do meu pai pra pegar o resto das minhas coisas.
- Sozinha? Com esse barrigão?
- É. Você não faz ideia de como isso pesa e incomoda.
- E nem quero saber já que eu nem aguento você.
- Tá me chamando de gorda?
- O que você acha?
Ela o fuzilou com os olhos
- É brincadeira, tá?
- Tá. - ela se virou para a porta.
- Em parte, porque você inchou.- e riu.
Nesse momento ela pegou um pacote de biscoito e jogou nele antes de sair.
- Idiota. - e se fora.
                                                                                  ****

Angel rondava a casa dos Del Simon, achava uma casa muito simples para as fortunas que seus ancestrais haviam deixado, ele já havia entrado na casa para saber mais sobre eles, mas quase fora descoberto por Mandy Lowis Del Simon, Mandy Lowis, pensou ele, Angel queria faze-la sofrer, queria vê-la chorar, queria acabar com ela, e o motivo? O motivo era que ela parecia muito com Elizabeth, a que o transformara em vampiro e esse era o verdadeiro motivo que ele tinha para destruir a criança, pois sabia que isso acabaria com ela, e a vingança o atraia muito, não seria tão maravilhoso, pois ele queria acabar realmente com Elizabeth, mas já que ele ainda não a encontrara Lowis servia para satisfazê-lo um pouco já que era um tipo de "cópia" da vampira, e como ele sabia que Lowis não era Elizabeth? Era o cheiro, ah aquele cheiro, pensou ele, cheiro de sangue fresco, não de vampiros, ele a vigiava constantemente para ter certeza do dia em que a criança nascesse. Ele precisava estar presente no dia do nascimento, Nancy faria todo o trabalho sujo e depois que estivesse feito... - ele serrou os punhos -... Eu darei um fim na velha, pensou Angel. Então ele a vira entrando na casa, e em um pulo felino ele saltou do telhado da casa e posou na rua deserta, e ficou ali parado esperando.
                                                                                                           ****

Um segundo antes de entrar na casa de seu pai, Lowis teve uma súbita sensação de estar sendo vigiada e por instinto olhou o telhado da casa, mas nada vira. Besteira. Pensou Lowis. Ao entrar na casa ela percebeu uma coisa, lá não lhe parecia seu lar como aparentava antes, o lugar agora estava sombrio e triste, nem as lembranças de sua mãe enfeitavam o lugar, naquele momento ela percebeu que não queria estar ali e muito menos pegar algo dali que ela dizia pertencer a ela, olhando as fotos de Natais, Dias De Ações de Graças, Halloween... Ela decidiu não leva-los, ela somente queria a paz, e aquelas fotos que possuíam a sua mãe lhe trouxe velhas feridas que ela pensou estarem cicatrizadas e que agora acabara de voltar. Seu pai apareceu no pé da escada:
- Lowis, vai levar as fotos?
- Acho que não.
- Nem isso você quer de mim, não é?
- Não tem nada a ver com você.
- Ah não? Desde bebê você me despreza, sempre que eu a pegava no colo começava a berrar, depois aos 12 anos não queria que eu a levasse à escola, há alguma coisa que você queira de mim?
- Não. Nada.
- Porque você me trata assim, não podia ser como a Demi?
- Não coloque minha irmã no meio! - gritou ela.
- Abaixe o tom ao falar comigo, sua nojenta! - gritou ele.
- Ah que se dane! Já passou da hora de você saber o porque de mim te menosprezar tanto! Sabe por quê? Você sabe por que eu te detesto tanto? Porque a mamãe te amava!
- E isso é motivo...?
- É claro que é! Sabe no Natal de 84? E o Dia de Ação de Graças? e no Halloween? Todos esses dias a minha mãe se preocupava com você e te trava com amor, e você... - a raiva fez com que Lowis não conseguisse terminar, ela recuperou o folego e continuou. - Mas você... No Natal eu estava debaixo da mesa, escondida, brincando de esconde-esconde com a Rose, daí ouvi ruídos e levantei o pano para ver quem era, e eu vi você. - disse ela com nojo. - Vi você com uma mulher aos beijos! Eu só tinha 5 anos mas naquele dia eu jurei que nunca te respeitaria!
- Lowis eu...
- Pare! Nada do que disser vai me fazer mudar de ideia.
- Me desculpe.
- Não pesa perdão a mim, o que eu perdi nunca mais recuperarei.
- O que você perdeu...?
- O meu respeito por você! - gritou.
- Você não pode falar assim comigo, eu ainda sou o seu pai!
- Não por culpa minha.
Foi neste momento que ela começou a sofrer as contrações, Lowis sentiu a mesma dor que a perturbou na velha tenda, ela começou a gritar e se jogou no chão devido a dor, Joseph a chamava, mas ela não o respondia muito menos o escutava, Joseph pegou o telefone e começou a discar:
- Alô, eu preciso de uma ambulância, a minha filha vai ter o neném!- ouve uma pequena pausa. - Mapple Street, 23. - depois desligou.
- Vai ficar tudo bem. - disse ele.
                                                                                           ****

Angel assistiu enquanto a garota era levada pela ambulância, ele estava ansioso, andava de um lado para o outro, então ele pegou o celular:
- Nancy, vem até a casa dos Del Simon agora. –ordenou.
Passou-se três segundos.
- Estou aqui. - disse Nancy.
- Porque demorou tanto?  
- Diga logo.
- A ambulância acaba de leva-la.
- Então a criança vai nascer?
- Não. Não, imagina, ela foi levada porque a criança não vai nascer. Cara, cada pergunta idiota.
- Tá! O que você quer que eu faça?
- O que eu quero que você faça? Ah! Adivinha?
- Não gosto de adivinhações.
- Além de tola é burra! Eu quero que você vá rápido até o hospital e traga a criança, devido ao feitiço ele nascerá morto porque já é meio humano meio vampiro, então você não terá problemas em pega-lo porque estará vestida de médica.
- Esta bem.
- Agora vai logo. - passou se meio segundo. - Chispa, Vaza.
Ela se fora e ele ficou parado olhando as luzes da cidade à noite.
                                                                                                           ****

Lowis não conseguia ver nada, mas podia ouvir vozes alteradas, uma delas ela conseguia identificar, como não saber de quem era aquela linda voz, a do Adam Hollieweyr, mas a voz estava ficando distante uma coisa que ele disse e ela se esforçou para ouvir "Vai dar tudo certo, eu te amo", depois ela não o ouviu mais, agora ela ouvia um barulho de algo se arrastando, deve ser as rodas, pensou ela, então a dor voltou, e ela começou a se lembrar, da primeira vez dela com o Adam, do bebe, das constantes brigas dela com seu pai, do circo, da velha na tenda, da briga do seu pai e da ambulância, então ela entendeu que estava sendo levada para a sala de cirurgia e que isso não era um delírio e nem um sonho, o bebe realmente iria nascer e ela já estava na cama preparada para o parto cesariana. Deram-lhe anestesia e ela dormiu.
                                                                                     ****

Quando percebeu que o bebê não chorava Lowis abriu os olhos:
- Cadê meu filho?- perguntou ela a uma enfermeira.
- Desculpe.
- Cadê?
- Ele...
- Fale.
- Ele nasceu morto.
-O que?- sussurrou.
 - Me desculpe. - e se retirou.
Lowis ficou triste e surpresa, pois ela sempre quis que a criança desaparecesse e neste momento ela não queria mais nada além que a criança tivesse em seus braços, ela se sentia muito mal.
- Leve a criança ao necrotério.
- Com prazer. - disse uma voz familiar e desconfortante.
Lowis arregalou os olhos ao ouvir essa última frase, ela reconhecera a voz, e rapidamente virou a cabeça para vê-la e começou a gritar.
- Nãoooooo...!!!
Era Nancy levando seu filho morto no colo com um sorriso maléfico na face enquanto partia fechando a porta e desaparecendo.
- A sedem!- gritou um médico. - Está muito alterada!
- Não a deixe levar meu bebê, meu bebezinho... – choramingava.
- Se acalme. Tudo dará certo. - disse uma enfermeira.
Nada dará certo, pensou Lowis. Depois fechou os olhos deixando uma lágrima rolar.
                                                                            ****

Duas semanas depois.
         "Às vezes as coisas não são realmente como aparentam ser, às vezes o que você acredita não passa de uma mentira e o que você nunca acreditou é a mais pura verdade, mesmo que seja surreal. (...)”.
          Lowis fechou o livro ao ver Adam se aproximar:
  - Oi.
   - Oi. - disse ela meio triste.
  - Você está bem?
 - Sim.
- Fala comigo! - disse ele alterado. - Caramba docinho, você desde aquele dia mudou muito, e o pior de tudo é que eu te vejo sofrendo sozinha e eu não posso fazer nada! Nada! E você nem para desabafar comigo!
- Me desculpe, é que eu me sinto culpada.
- Pelo o que?
- Eu desejei tanto que ele morresse...
- A culpa não foi sua, você não teve nada a ver.
- Tive sim. Você já ouviu a frase: "Cuidado com o que deseja" ?
- Não inventa! Você lembra do que me falou uma vez?
- O que?
- Nós somos jovens temos todo o tempo do mundo, depois teremos um bebezinho. Ahhhh! E você me prometeu casamento, não se esqueça. - eles riram.
- Tá bom. Desculpa-me pelo meu comportamento estupido.
- Vamos pra casa?
- Vamos.
Eles saíram do lindo Bosque Nashtould, antes deles entrarem no carro Lowis parou na frente da porta aberta e perguntou:
- Adam, sabe aquele dia no hospital?
- O que tem?
- Você por acaso viu a velha Nancy?
- Não. Porque devia ter visto?
- Nada não. - então entrou no carro e fechou a porta.
Adam continuou parado sem entender com o cenho franzido, então deu de ombros, entrou no carro e se foram.
                                                                                             ****
 - Como assim você perdeu a criança?- gritava Angel à Nancy.
 - Katrina e outros vampiros bruxos o roubaram, eles não querem que a criança venha parar em suas mãos, disseram que você quer o bebê para acabar com a Mandy Lowis só por que ela parece com a vagabunda da Elizabeth e também pela razão mais obvia que não é a que eu pensava que era.
- Que razão?- perguntou ele confuso.
- Não é um bebê que quebra a maldição.
- Do... Do que você está falando? Velha imprestável.
- Nada quebra a maldição, é uma pessoa metade humana e metade vampiro.
- Não estou entendendo.
- Aquela criança não quebrará nossa maldição ela aumentará nossas forças, por isso eles o roubaram!
- O que?!- ele gritou desesperado.
- Eles não querem o menino perto de você. Porque você já é ruim por natureza, imagina mais poderoso.
- Eu quero aquele menino!- falou entre dentes.
- Como?
- Você vai me ajudar. - isso não era uma pergunta
- Você ficou surdo? Ele está com a Katrina, uma das vampiras mais poderosas, a de 1.899 anos! É impossível eu chegar duas milhas perto dela!
- Então você já não me serve pra nada.
Angel chegou perto dela numa velocidade incrivelmente rápida, olhou para ela de cima a baixo, se virou e de repente voltou a olhar a mulher e numa rapidez feroz arrancou a cabeça da mulher e a atirou no chão como uma criança despreocupada jogando papel de bala na rua:
- Me perdoe Nancy, mas você já era imprestável á séculos- falou ao cadáver.
Ele se virou e partiu para sua busca, que comece a Guerra, pensou.
                                                                                                               ****


|Colaboração: Malu Gomes

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